Tecnologias integradas para controle biológico, mecânico e genético de Aedes aegypti
DOI:
https://doi.org/10.51723/ccs.v28i01.117Palavras-chave:
Bacillus thuringiensis israelensis, técnica do macho estéril, eliminação de ovos, controle vetorialResumo
Duas tecnologias alternativas para o controle de Aedes aegypti foram avaliadas: a aplicação espacial de larvicida biológico-Bti em potenciais criadouros peridomiciliares, e a liberação de machos estéreis para inviabilização reprodutiva das fêmeas do mosquito. As ações foram realizadas pelos Agentes dos Serviços de Saúde em 15 vilas da Ilha de Fernando de Noronha, e em uma área (900 imóveis) no bairro da Várzea/Recife/Pernambuco. A efetividade dos métodos foi avaliada por indicadores entomológicos, estimados pela presença, quantidade e viabilidade de ovos do mosquito, coletados em armadilhas, e por marcadores genéticos. A aplicação de Bti, com atomizador costal, ocorreu a cada 30 dias em ambas as áreas. Uma redução importante e sustentável da população de A. aegypti, por este método, foi alcançada em 2015/2016 na Várzea e, em 2016, na Ilha, onde a remoção de 18 toneladas de resíduos sólidos em 2015 contribuiu possivelmente para os resultados. Machos esterilizados com radiação gama foram produzidos em massa no laboratório e liberados em uma das vilas da Ilha. A análise espaço-temporal dos indicadores, de dez/2015 a ago/2016, revelou redução expressiva da densidade populacional do mosquito e da diversidade genética da população local. Ambas as abordagens parecem ter reduzido o contato homem-vetor e os riscos de transmissão de arboviroses na Ilha, apesar da elevada competência vetorial da população local do mosquito para os vírus Zika e Dengue. Os métodos testados se mostraram eficientes e passíveis de serem integradas às ações do SUS voltadas ao controle de A. aegypti.
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