Cloroquina e Hidroxicloroquina no tratamento da COVID-19

Sumário de Evidências

Autores

  • Aline Mizusaki Imoto Escola Superior de Ciências da Saúde - ESCS
  • Leila Bernarda Donato Gottems Escola Superior de Ciências da Saúde - ESCS e Universidade Católica de Brasília - UCB
  • Huara Paiva Castelo Branco Escola Superior de Ciências da Saúde - ESCS
  • Levy Aniceto Santana Escola Superior de Ciências da Saúde - ESCS
  • Otávio Luis Ramos Monteiro Hospital das Forças Armadas image/svg+xml
  • Sérgio Eduardo Soares Fernandes Escola Superior de Ciências da Saúde - ESCS
  • Fábio Ferreira Amorim Escola Superior de Ciências da Saúde - ESCS

DOI:

https://doi.org/10.51723/ccs.v31iSuppl%201.653

Palavras-chave:

Cloroquina, Hidroxicloroquina, Infecções por Coronavírus, Coronavírus

Resumo

O objetivo deste artigo foi identificar e sumarizar as evidências científicas publicadas sobre o uso da cloroquina, hidroxicloroquina e azitromicina em pacientes em tratamento para o COVID 19. Por meio de uma estratégia sistemática de busca foram identificados os artigos incluídos no presente estudo, sendo o último levantamento de literatura realizado no dia 10 de abril de 2020. As bases de dados pesquisadas foram: Centre for Evidence-Based Medicine (University of Oxford), Pubmed, BVS, Biblioteca Cochrane. De forma complementar, foram consultados estudos postados no medRxiv. Conclui-se que as evidências disponíveis sobre o tratamento com o uso da cloroquina e hidroxicloroquina para pacientes em tratamento para COVID-19 são consenso de especialistas, estudos in vitro e dois estudos clínicos que apresentam sérias limitações metodológicas. Embora alguns estudos iniciais sugiram efeitos benéficos com o uso dessas drogas, ainda não há dados suficientes para afirmar que elas devam ser utilizadas de forma rotineira. Conclusão: Hidroxicloroquina ou cloroquina devem ser indicadas no contexto de ensaios clínicos eticamente aprovados. Não sendo possível a inclusão em um estudo, podem ser consideradas em casos selecionados, de acordo com o estado clínico e os efeitos colaterais da medicação, especialmente em infecções graves e pacientes com fatores de risco para evolução grave da doença.

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Biografia do Autor

  • Aline Mizusaki Imoto, Escola Superior de Ciências da Saúde - ESCS

    Doutora e Mestre em Medicina Interna e Terapêutica pela Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP, Pós Doutorado em Saúde baseada em Evidências pela UNIFESP e pela University of Ottawa, Canada. Docente permanente do Programa de Mestrado Profissional e Acadêmico em Ciências da Saúde e membro do Laboratório de Saúde Baseada em Evidências da Escola Superior de Ciências da Saúde - ESCS, Fisioterapeuta do Hospital das Forças Armadas – HFA.

  • Leila Bernarda Donato Gottems, Escola Superior de Ciências da Saúde - ESCS e Universidade Católica de Brasília - UCB

    Doutora em Administração e Mestre em Ciências da Saúde pela Universidade de Brasília - UnB, Docente permanente do Programa de Mestrado Profissional e Acadêmico em Ciências da Saúde e membro do Laboratório de Saúde Baseada em Evidências da ESCS, Professora do Curso de Enfermagem da Universidade Católica de Brasília - UCB. Enfermeira da Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal – SES-DF.

  • Huara Paiva Castelo Branco, Escola Superior de Ciências da Saúde - ESCS

    Mestre em Ciências da Saúde pelo programa de mestrado profissional da ESCS, Docente do Curso de Graduação em Enfermagem da ESCS, Enfermeira da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal – SES-DF.

  • Levy Aniceto Santana, Escola Superior de Ciências da Saúde - ESCS

    Doutor e Mestre em Ciências da Saúde pela Universidade de Brasília - UnB. Docente permanente do Programa de Mestrado Profissional em Ciências para a Saúde e membro do Laboratório de Saúde Baseada em Evidências da Escola Superior de Ciências da Saúde - ESCS. Fisioterapeuta da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal – SES-DF.

  • Otávio Luis Ramos Monteiro, Hospital das Forças Armadas

    Mestre em Health Informatics pela City University London, UK. Chefe da Seção de Transformação Digital do Hospital das Forças Armadas – HFA.

  • Sérgio Eduardo Soares Fernandes, Escola Superior de Ciências da Saúde - ESCS

    Mestre em Saúde Coletiva/Epidemiologia pela Universidade de Brasília - UnB, pós-graduado em clínica médica, terapia intensiva, geriatria e gestão. Docente do curso de graduação em Medicina da Escola Superior de Ciências da Saúde no Distrito Federal e consultor independente de qualidade em serviços de saúde. Médico intensivista da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal – SES-DF

  • Fábio Ferreira Amorim, Escola Superior de Ciências da Saúde - ESCS

    Doutor em Medicina (Pneumologia), pela Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP. Especialista em Medicina Intensiva pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB. Docente do Curso de Medicina e Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde e membro do Laboratório de Saúde Baseada em Evidências da Escola Superior de Ciências da Saúde - ESCS. Médico pneumologista da SES-DF.

Referências

Publicado

13.04.2020

Edição

Seção

Fast Track : COVID-19

Como Citar

1.
Cloroquina e Hidroxicloroquina no tratamento da COVID-19: Sumário de Evidências. Com. Ciências Saúde [Internet]. 13º de abril de 2020 [citado 10º de fevereiro de 2026];31(Suppl1):17-30. Disponível em: https://revistaccs.espdf.fepecs.edu.br/index.php/comunicacaoemcienciasdasaude/article/view/653

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