Idade gestacional, índice de Apgar e peso ao nascer no desfecho de recém-nascidos prematuros
DOI:
https://doi.org/10.51723/ccs.v29i04.294Palabras clave:
Peso ao Nascer, Índice de Apgar, Taxa de Sobrevida, Unidades de Terapia Intensiva Neonatal, Recém-Nascido PrematuroResumen
Objetivo: caracterizar o perfil dos recém-nascidos prematuros do Hospital Materno Infantil de Brasília e o seu desfecho hospitalar. Métodos: estudo retrospectivo descritivo com RNs prematuros de 24 semanas a 36 semanas e 6 dias nascidos vivos nesse hospital em 2015; a amostra foi dividida de acordo com a idade gestacional, o peso de nascimento e o índice de Apgar e a evolução do recém-nascido foi avaliada em relação ao Apgar, a necessidade de UTI neonatal, alta hospitalar ou óbito. Resultados: dos 619 recém-nascidos, 233 (37,6%) foram internados em UTIN. A prematuridade extrema ocorreu em 8,4% dos nascimentos (52/619) e foi responsável por mais da metade dos óbitos da mortalidade geral, que foi de 9,9% (61/619). Apesar da alta demanda de internação em UTIN, RNs com baixo peso de nascimento apresentaram mortalidade inferior à 5%. Índice de Apgar no 5º minuto refletiu mortalidade superior a 90%. Conclusão: O perfil dos prematuros desse hospital é composto por prematuridade tardia, baixo peso ao nascer e Apgar elevado no 1º e 5º minutos, com mais de 60% dos RNs necessitando de internação em UTIN e sobrevida geral superior a 90%.
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