O estudante de graduação e a vivência em rodas de Terapia Comunitária

Autores

DOI:

https://doi.org/10.51723/ccs.v29i04.345

Palavras-chave:

Educação em Enfermagem, Terapia Comunitária, Formação Profissional, Saúde Mental

Resumo

Introdução: A vida acadêmica é um período de transformação, que abarca o preparo para a trajetória profissional. Na formação em saúde, a complexidade dos conteúdos gera pressões e estresse que refletem na saúde mental. Dessa forma, a Terapia Comunitária se apresenta como um espaço de encontros interpessoais de valorização da história de vida, resgate da identidade, autoestima, percepção dos problemas e possibilidades de sua resolução. Objetivo geral: Analisar a percepção de estudante de graduação em vivências de rodas de Terapia Comunitária e o impacto dessas em sua qualidade de vida. Trajetória metodológica: pesquisa de campo do tipo exploratório, com abordagem qualitativa. Como atividade de extensão, foram desenvolvidas rodas de Terapia Comunitária voltadas a estudantes de graduação em enfermagem. Foi realizada entrevista com questões norteadoras, mesclada com narrativas de momentos vivenciados. A análise dos dados foi fundamentada na Análise de Conteúdo, que culminou nas categorias “contribuições para saúde e a qualidade de vida” e “reconhecimento de si e do outro”. Resultados / Discussões: As rodas de Terapia Comunitária estimularam o desenvolvimento de ações de promoção e proteção, favorecendo o acesso e acolhimento ao estudante de graduação, constituindo-se como um desafio na construção do cuidado da saúde mental. Tornaram-se espaços de encontros calorosos e favoreceram o fortalecimento de vínculo. Considerações finais: Durante as rodas, o foco dado à valorização de cada história de vida, ao resgate de identidade, à restauração de confiança e da autoestima possibilitou a melhor percepção do cotidiano e melhor tomada de resolução para os problemas dos estudantes.

Palavras-chave: Educação em Enfermagem; Terapia Comunitária; Formação Profissional; Saúde Mental.

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Biografia do Autor

  • Maristela dos Reis Luz Alves, Escola Superior em Ciências da Saúde - ESCS

    Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal do Maranhão (1985) e mestrado em Ciências da Saúde pela Universidade de Brasília (2000). Atualmente é docente da Escola Superior de Ciências da Saúde e médico - Secretaria de Estado de Saúde Pública do Distrito Federal. Tem experiência na área de Medicina, com ênfase em Medicina, atuando principalmente nos seguintes temas: tuberculose, epidemiologia, avaliação de programa, vigilancia epidemiologica e esquistossomose.

  • Daniela Martins Machado, Escola Superior em Ciências da Saúde - ESCS

    Possui graduação em Enfermagem Obstetrícia pela Universidade de Brasília (1994), Especialização em Psicologia Social, pelo Instituto Pichon Rivière (1999), Formação em Psicologia Transpessoal pelo Grof Transpersonal Training USA-Brazil, Mestrado em Ciências da Saude pela Universidade de Brasília (2006) e é doutoranda no Programa de Pós-graduação em Psicologia Clínica e Cultura da Universidade de Brasília. Docente da Escola Superior de Ciências da Saúde da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (desde 2010), onde ocupa a função de Gerente de Educação do Curso de Graduação em Enfermagem. Membro da Associação Brasileira de Enfermagem.

  • Lindalva Matos Ribeiro Farias, Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal

    Possui graduação em ENFERMAGEM pela Universidade Católica de Goiás (1998) e mestrado em Gerontologia pela Universidade Católica de Brasília (2007). Especialização em Educação pela UNB e em enfermagem à pacientes críticos. Atualmente é enfermeira da SES-DF , docente e coordenadora do Curso de Graduação em Enfermagem da Escola Superior de Ciências da Saúde da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde . Tem experiência na área de Enfermagem, saúde do idoso , emergência ,Médico-Cirúrgica e saúde pública , atuando principalmente nos seguintes temas: enfermagem, biossegurança , feridas, idoso, assistência de enfermagem e programas de saúde .

  • Maria Aureni de Lavor Miranda, Escola Superior em Ciências da Saúde - ESCS

    Possui graduação em Licenciatura Plena pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (1995), graduação em Pedagogia pela Universidade Estadual do Ceará (1988), graduação em Enfermagem e Obstetricia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (1994) e mestrado em Enfermagem pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2000). Atualmente é docente do Departamento de Enfermagem do Centro Universitário(UDF); docente da Escola Técnica de Saúde de Brasilia e da Escola Superior de Ciências da Saúde vinculadas - Secretaria de Estado de Saúde Pública do Distrito Federal.

Referências

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Publicado

24.07.2019

Edição

Seção

Educação

Como Citar

1.
O estudante de graduação e a vivência em rodas de Terapia Comunitária. Com. Ciências Saúde [Internet]. 24º de julho de 2019 [citado 24º de fevereiro de 2026];29(04). Disponível em: https://revistaccs.espdf.fepecs.edu.br/index.php/comunicacaoemcienciasdasaude/article/view/345

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