Políticas para controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) no Brasil, 2017
DOI:
https://doi.org/10.51723/ccs.v28i03/04.275Palabras clave:
Infecção Hospitalar, Controle de Infecções, Vigilância EpidemiológicaResumen
Introdução: No Brasil, a preocupação com as infecções hospitalares, ou “infecções relacionadas à assistência à saúde” (IRAS), vem crescendo desde a década de 1990, quando foram publicados uma série de documentos acerca desse assunto. O monitoramento de informações sobre IRAS é de extrema importância, pois se percebe um aumento desse tipo de infecções ao longo do tempo.
Objetivo: Identificar as principais estratégias que o Brasil tem utilizado para o controle de IRAS.
Métodos: Realizou-se uma análise documental das principais políticas, normas e boletins informativos sobre IRAS publicados no Brasil. Foram analisados cerca de cinco documentos principais que compõem a base normativa brasileira nos últimos 20 anos, bem como documentos específicos do hotsite de Segurança do Paciente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
Resultados: Percebe-se que o Brasil tem avançado nas bases normativas nos últimos anos para o controle das IRAS, no entanto, ainda há escassez de estudos sobre os resultados dessas ações. Nota-se que a quantidade e/ou disponibilidade de recursos humanos e tecnológicos nesse sentido está aquém do que seria necessário para o cumprimento do arcabouço legal da área.
Conclusões: As iniciativas para o aprimoramento do sistema de vigilância ou ainda a criação de um plano/política na área são estímulos que devem se traduzir em ações concretas para que haja um controle mais eficaz das IRAS no Brasil.
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