Environmental and non-environmental determinants of plasmodium transmission in the Amazonian urban landscape and its clinical consequences: a population-based study in Mâncio Lima, Acre
DOI:
https://doi.org/10.51723/ccs.v28i01.108Abstract
This study evaluated the environmental changes of the urban landscape of a municipality with a high incidence of malaria in the Brazilian Amazon (Mâncio Lima, Acre) and its relation with the disease, in order to provide evidence that the transmission of Plasmodium is caused by the way humans interact with the environment. Three consecutive population studies were carried out between 2012 and 2013, with 1260 individuals, with plasmodium identification by microscopy and molecular techniques. Malaria cases were analyzed using a clinical questionnaire. The entomological study involved 8 cross-sectional surveys with collection of immature forms in 90 bodies of water, as well as spatial evaluation of these data. The results showed that the transmission of malaria in the area was largely due to the creation of fish tanks, which increased the immature productivity of Anopheles darlingi by around 10 times, and the great mobility of the population, which moves to areas of greater transmission (as riverside and rural area) and returns infected to the urban area. Cases of asymptomatic Plasmodium carriers have been identified, albeit in small numbers. Factors associated with absence of symptoms (asymptomatic infection) were the sex and time of the last malaria. In symptomatic patients, the frequency of symptoms was related to age, number of previous malaria and parasitemia. The geographic concentration of the cases was due in part to aggregate socioeconomic characteristics in space, together with environmental factors such as vector presence, since the infrequent use of mosquito nets was associated with a higher incidence of malaria.
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